quarta-feira, 20 de março de 2013

Arvores Nativas -Plantio Feito Por Organizações


A escolha das espécies de árvores para o plantio pela NDDigital 

é baseado no clima da região serrana catarinense, considera-se

: altitude, solo, clima, etc... Visando sempre a maior quantidade 
de captura de carbono da atmosfera. Desta forma, a árvore
 escolhida para este projeto é a Espécie Pinus Taeda, pelo
 rápido crescimento e captura de carbono permitindo assim 
uma certificação futura.

O plantio envolve uma série de etapas que são respeitadas pela

 NDDigital de forma criteriosa, permitindo a sustentabilidade

 do projeto dentro das normas brasileiras.

Os passos para o plantio de forma macro,
deverá seguir a seguinte ordem:
  Projeto no IBAMA/INCRA – Guias, projeto para liberação do plantio dentro das leis brasileiras vigentes;
  Terreno - Preparação do solo para o plantio, corrigindo acidez e demais nutrientes necessários.

 Plantio - Periodicamente em lotes de 20.000.
 Limpeza – Capina - A cada 4 (quatro) meses após o plantio, próximo ao pé.
 Formigas - Manejo integrado de "pragas", pelo período de 3 (três) anos.
 Podas - Deverão ser eliminados galhos mais baixos, secos ou danificados, conforme necessidade.

 Replantio em caso de morte da árvore - Conforme manejo, dentro do primeiro ano, contado após cada respectivo plantio.

 Roçadas - Até o quarto ano, sempre que necessário

   Diversos - Ações menores, que permitem a adequada manutenção e a sustentabilidade do manejo.






No site do n-Billing -www.n-billing.com- você encontra o relatório detalhado do consumo dos recursos naturais (Árvores, Água, e Energia Elétrica) usados para fabricar o papel, usado nas suas impressões.



Árvores Nativas

O projeto Green Carbon da NDDigital possui dois objetivos: o plantio de árvores para capturar carbono da atmosfera e o plantio de árvores nativas para recompor a mata.
   Desta forma, o projeto ajuda a recompor árvores em beira de rios, praças e áreas degradadas. Além disso, é feita a manutenção das árvores até que elas possam crescer e não fiquem suscetíveis as forças da natureza como formigas, enchentes, enxurradas, erosão, entre outros, pois quando plantados nestas localidades, a cada 100 árvores, 10 % sobrevivem em seis anos...
 As árvores nativas da floresta atlântica e matas auxiliares não possuem boa captação de carbono por hectare e se tornam inviáveis para o projeto de captura de carbono, porém são importantes para a vida de animais e insetos essenciais para o equilíbrio do ecossistema e equilíbrio natural. A sede do projeto Green Carbon possui 400 hectares de mata nativa preservada, entre a mata já existente e a plantada, onde abriga animais como macacos, leão-baio, tatu, capivara, cobras, sapos, abelhas, entre outros. Fora isso, em cada localidade de neutralização de carbono do projeto Green Carbon, são mantidas áreas em cada terreno dentro das normas brasileiras e locais, que são espaços de preservação de áreas nativas da floresta para proteção de animais e insetos.

Uma quantidade de 11 a 25 toneladas de carbono por hectare (conforme tabela de analise dos últimos sete anos do projeto por árvore e por hectare) são capturadas por árvores nativas, contra as 399 toneladas de carbono capturado pelo projeto Green Carbon por hectare, conforme pesquisa iniciada em 2004, levando em consideração, a espécie selecionada em laboratório, solo, clima, correção de solo, espaçamento, manejo, podas, entre outros aspectos fundamentais para a preservação ambiental.
  

 Árvores nativas na Fazenda São Sebastião/NDDigital, sede do Projeto Green Carbon)




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