terça-feira, 9 de abril de 2013

Horto Florestal de Maringá tem 118 espécies nativas

De um mínimo de 118 espécies da flora nativas da região, é possível destacar que o Plano de Manejo do Horto Florestal de Maringá detectou a presença de ao menos dez espécies de árvores que integram a lista da flora ameaçada de extinção.
Entre elas estão a peroba, o jaracatiá, o cedro, a cabreúva, o guatambu e o espeteiro. A riqueza da flora na reserva pode ser ainda maior, pois o levantamento da vegetação realizado no ano passado foi executado em apenas 4 dias, enquanto que inventários aprofundados da flora devem ser realizados em períodos de pelo menos 1 ano.
De um modo geral, o plano de manejo considera que "a biodiversidade existente no horto demonstra uma riqueza comercial imensa e uma reserva genética de plantas que teriam utilidades ainda nem conhecidas", o que demonstra a necessidade de aprofundar os estudos da vegetação.
Além das espécies nativas, o levantamento encontrou 39 plantas exóticas originárias de outros ecossistemas. Uma das mais prejudiciais à reserva é o alface-da-água, que apesar de ser nativa do Brasil assumiu no caso do horto um comportamento de planta daninha (invasora) e cobriu toda a superfície da lagoa.
Para esse tipo de vegetação, como o alface-da-água, o estudo prevê a necessidade de erradicação. Mas há outras plantas exóticas em que o recomendado é que se faça apenas o controle. É possível citar o exemplo do ipê-amarelo e do pau-de-ferro, que apesar de serem consideradas exóticas para a região, não apresentam um comportamento invasor.
Tão importante quanto o controle das espécies invasoras, existe a necessidade de enriquecimento florestal das bordas da reserva e das áreas impactadas pelas erosões. No entorno do horto, o enriquecimento é importante porque a floresta não conta com apossibilidade de ampliação da área.
Todo o trabalho de recuperação e manutenção da flora do horto possui orientações detalhadas dentro do plano de manejo, que discriminam desde a distância entre as mudas até a melhor data para fazer o plantio.
O estudo contempla ainda a necessidade de um plano de combate a incêndios, em que a recomendação principal é de treinamento para os funcionários e que haja um contato mais próximo com o Corpo de Bombeiros




Árvores plantadas no horto florestal de Maringá


Publicado em 23 de outubro de 2006
Fomos avisados que finalmente as últimas árvores em frente ao horto foram plantadas, um mês após o lançamento do Instituto da Árvore – no dia 21 de setembro de 2006.
As que foram plantadas no mês passado já estão todas com folhas novas.
Agora foi desfeita a cagada do governo anterior, por ordem do seu secretário do meio ambiente e um pseudo ecologista ultra-esquerda sabe-tudo que mandou arrancar todas as árvores do horto, deixando troncos com até um metro de altura para matar alguém que fosse caminhar no local e tropeçasse.
Teve um sujeito, amiguinho da administração anterior – vou colocar uma foto dele um hora desta, estou trabalhando para que só fique a silhueta para não ser processada, pois além de incompetente pode dar uma de ofendido - que esteve envolvido na retirada das árvores que tentou boicotar o plantio, reclamou das mudas de 3,5 a 4 metros de alturas, pedimos para trocar a metade que ele tinha reclamado, na maior boa vontade.
Acontece que as 126 árvores estavam  descansando já há um mês antes do plantio e as que vieram – 60 – estavam menores, de 2,5 a 3 metros.
Pois não foram essas menores que o sujeitinho desclassificado pediu para plantar, ao invés de plantar as primeiras, lindas e maravilhosas? Plantou as menores, claro, pois se com mais de uma década de serviço público só fez merda, claro que iria atrapalhar o terceiro setor arrumando o resultado da sua incompetência.
Toda a frente do horto está arborizada novamente.
Em 2007 esperamos a floração roxa dessas árvores, que são um patrimônio da cidade. Árvore é sinal de desenvolvimento limpo, trazendo turismo ao invés de fábricas poluidoras.

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